
Quero deixar cá, ressaltado, que não há qualquer tipo de preconceito tácito ou explícito neste texto.
Consta somente de um fato considerado chistoso, faceto, jocoso, por três pessoas com ausência de sanidade mental. =)
Tem coisa melhor do que sair com os amigos em pleno sábado, com destino a um dos melhores lugares, quando não se tem nada pra fazer?
A Feira da Praça, que existe desde 1987, é hoje um ponto de referência intelectual, cultural e já faz parte do calendário turístico e de lazer de São Paulo. O evento, que se realiza todos os sábados, das 9 às 19 horas, no bairro de Pinheiros, conta com a participação de 320 expositores, com artesanato variado, obras de arte e antiguidades, além da praça de alimentação.
27 de Outubro de 2007, Sábado. Componentes: Marina, Maria Eugênia e Kelvin.
Por Deus! Esse dia eu estava de folga do hotel! Era o que eu precisava! E o que fazer?! Dar um rolê em Sampa City! Claaaaaaaro! Aonde o teor de cultura é ilimitado e você já não se importa aonde vai parar! Pra começar, o famoso busão que sai de São Bernardo do Campo (eca!) até o Jabaquara, com destino ao metrô! Siiim! É O metrô! Lugar que diariamente milhares de pessoas passam, com milhares de histórias pra contar! Demos sinal para o metrô com destino ao Sumaré, na esperança de que ele parasse! E não é que ele parou?! Só corremos o pequeno risco de ter os membros superiores levemente MUTILADOS!
Pois bem! Depois de tal façanha, lá estávamos nós! Três jovens sonhadores e moradores de São Bernardo do Campo (eca!). Nós até que tentamos, mas era inevitável não comparar São Paulo com a nossa “querida” cidade! Aonde a cada passo é possível ouvir a Joelma do Calypso “cantando” em alguma barraquinha de camelô, pessoas se esbarrando Avenida Marechal Deodoro afora, cheiro de perfume barato, lojas de “manos” e de surfwear, fora os milhares de “Oooxi! Marrr minina vixxxi! Não se avexe!” que podem ser ouvidos na cidade que eu tanto amo desprezar! Enfim, o que importa era que estávamos lá! Em São Paulo! Ahh São Paulo! Bem aonde?! Na Praça Benedito Calixto! Pessoas ao relento filosofando, discutindo sobre a bolsa de valores e a cotação do dólar! Mas o melhor de tudo era chegar a uma das barraquinhas de LP’s e se deliciar ao som do velho blues! Barraquinhas nas quais possuíam diversos tipos de gêneros musicais! The Beatles, The Doors, The Mamas and The Papas, Elis Regina, Chuck Berry, Billy Haley, The Roling Stones, Jerry Lee Lewis, Elvis Presley, entre outros.
Por todo canto era cultura! Música, livros antigos, jornais, revistas, poesias maloqueiristas, óculos retrô, vitrolas, roupas vintages e baratas, 50’s posters, Marilyn Monroe, imãs e infinidades de acessórios. Para completar, choveu! O que é São Paulo sem chuva? Se não, não seria intitulada de “A terra da garoa”. A primeira coisa que pensamos foi em comer! Mas aonde? Fran’s café! Sem dúvida! Bebidas geladas exóticas, capuccino com creme, pão de queijo quentinho, cara de blasé, uma tentativa frustrada de etiqueta à mesa (hehe), jogar conversa fora, rachar a conta em três. Pra onde ir agora? Andar! Vamos apenas, andar! Pra se deparar com uma linda e enorme biblioteca pública! Ao entrar, fomos avisados de que em cinco minutos haveria uma apresentação musical no anfiteatro. Uma banda instrumental chamada Kabelo! Era um tal de Uga Bunga, Candangolândia, Primal hi-tec, Linguicity! Sem contar na performance do vocal “kabeludo” no palco! Era válido até rolar no chão, gritar e beber uma breja! Já que estávamos lá mesmo, nada como gritar junto! No final de tudo, até uma “parceria” foi feita com a banda, no intuito de ajudar a divulgar. Infelizmente, quando tudo é bem aproveitado, passa rápido! Voltar pra São Bernardo?! Nããããoooooo! Fazer o que, né?! O caminho de volta até que não foi tão triste assim. Como quem não quer nada, uma turminha de emoindievolutions entra no metrô enquanto nos depreciávamos por ter que voltar pra... deixa pra lá! Uma “moxinha” japonesa de franjas nos olhos cambaleava pra lá e pra cá sem parar, depois de ingerir 12515259 copos de bebida alcoólica! Sensibilizados, oferecemos uma meiga bolachinha de chocolate, já que a glicose ajuda a amenizar os efeitos. Gentilmente ela aceitou, mas foi só abrir a porta do metrô, que com um grande impulso e ato de rebeldia, a bolachinha de chocolate meiga fora lançada pra fora á milhares de quilômetros por segundo! Sim! Essa foi nossa última imagem de São Paulo! E quem liga?! Rá! De volta a “eca”, resolvemos esperar meus pais no ponto de ônibus. Eis que surge um motoqueiro velho, barrigudo e feio gritando: “Eu vô hein!!!” Com a ausência de papas na língua não hesitei em responder-lhe: "Eu não hein tio!"
Pra quê meu Deus?! Um minuto depois lá estava ele de volta, parado frente a minha pessoa, balbuciando obscenidades! Que nojo!!! Tamanho era o meu asco contra aquele ser, residente de "Eca"! A primeira reação foi gritar: “Eu odeio São Bernardo do Campo!!!”
Depois de falar umas verdades pro tal velho e enxota-lo, cada um foi pra sua casa, na esperança de um dia voltar pro lugar de onde não viemos e muito menos pertencíamos.
Acesse o site da banda Kabelo: www.kabelo.com.br

4 comentários:
Nhaaa pra começar...quem nasce em Eca! eh um que?? (vai eh uma duvida considerável!!)...aaa o texto tah ótimo tirando a descarada critica ao meu amado povo batalhador Nordestinoo viuuu Marinaa!!!!
continueee escrevendoo e claru me mandando ler...hehe
beijOo
amoo ocê
Thata Palestrina.
Então neah vamos comentar esse texto!!!
pra começar o texto está mto bom,ainda bem que eu naum nasci em SBC pq eh (ECA) msm e eh bom guarda esse texto,pois quando a Mah for uma Jornalista bem famosa,ai a gente coloca o 1 texto dela ksaoksaoksoaskao
bjokssssssssss Mah
te adoro e parabens
Aeew, eu fiz parte da saga! XD
Mas já comentei sobre esse texto, que eu adorei e bláblá.
Não vou comentar de novo porque eu tô com preguiça.
hahahahaha
Ficou bi-ito seu new brog.
já tá nos meus favoritos :)
vc tmbém escreve mto bem, na foto do perfil parece aquela mina do harry ptter
abração!!!
=D
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