Palavras flutuam como uma chuva sem fim dentro de um copo de papel.
Elas se mexem selvagemente enquanto deslizam pelo universo.
Um monte de mágoas, uns punhados de alegrias estão passando.
Possuindo-me e acariciando.
Imagens de luzes quebradas que dançam na minha frente como milhões de olhos.
Pensamentos se movem como um vento incansável.
Eles tropeçam cegamente enquanto fazem seu caminho.
Sons de risos, sombras de amor, estão tocando meus ouvidos abertos.
Excitando-me e convidando.
Um amor incondicional, sem limites, que brilha em volta, como milhões de sóis.
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E eu não sei em que lugar da minha cabeça eu estava quando fiz isso.
terça-feira, 3 de março de 2009
sábado, 24 de janeiro de 2009
Aranhas azuis no céu.
Não, eu não estou acostumada a ganhar e chegar até o fim sempre. E quando as tinha, não sabia como agir. Não era nada demais. Afinal, as frustrações sempre fizeram parte de mim, e se alojaram sem nenhuma surpresa. Nunca fui mais longe também e isso já não importava. Eu já sabia o final mesmo. Sempre me rastejando atrás de pessoas que me interessam, porque, para mim, pessoas mesmo são os loucos, os que estão loucos para viver, loucos para falar, loucos para serem salvos, que querem tudo ao mesmo tempo agora. Que bocejam diante do comum. Mas ardem, ardem, ardem, ardem feito fogos de artificio, e explodem feito aranhas azuis no céu! Mas hoje, hoje foi diferente. Hoje eu acordei e senti que meu coração é uma célula revolucionária, que as borboletas no meu estômago se tornariam cada vez mais freqüêntes até saírem pela boca, que eu não consigo enxergar o óbvio, porque agora eu posso ver além dele. Não ser ninguém, exceto você mesmo num mundo que se esforça dia e noite pαra torná-lo igual a todo mundo. Sim, hoje eu consegui, eu escrevi minha própria história com um final feliz. =)
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